"Autodidata vanguardista, Dina Garcia quebra as fronteiras do convencional com suas imagens intensas e a um só tempo arraigadas e universais, traduzindo em ícones vibrantes e visão singular o Brasil profundo que habita o Recôncavo baiano, cadinho multirracial onde se modelou a cultura do país. A cada fase, Dina se reinventa e nos presenteia com novos signos da sua estética irrequieta e densa em conteúdos".
Luiz Afonso Costa (jornalista e escritor)

"O FLUXO DE EXUBERÂNCIA DA PINTURA DE DINA GARCIA, CRIA SIGNOS DE ARTE INTENSA, COMPLETOS DE EMOÇÃO, INSTIGANTES FACES DE PUREZA NUA".
Fernando Coelho ( jornalista e escritor)

“A singular percepção artística de Dina Garcia, mergulha na essência profunda da cultura do recôncavo; traduzindo-a através de um insólito Caleidoscópio de cores e formas”.
Journey Pereira dos Santos (escritor)

"Sua arte tem muita brasilidade, cores expressivas e harmoniosas".
Rosana Prates (marchand)

Artigo sobre a arte de Dina Garcia do mestre Narlan Matos, Ph.D Professor de cultura brasileira no Montgomery College, MD Dr. Narlan Matos ( doutor pela Universidade de Illinois, nos USA, uma das 10 maiores:
A CELEBRAÇÃO DA VIDA E DAS CORES
Sua clara influência de Frida Khalo não se perfazia uma mácula, uma sombra, mas sim uma sombra luminosa colorida, coada e adicionada de ricas impurezas, impregnada de vida, do dia-a-dia de lavradores e personagens comuns do Recôncavo baiano, do sertão. A arte de Dina Garcia é uma dinamite de pigmentos, um entroncamento de linguagens e conteúdos diversos, que convergem na direção de uma pintura maior. Saliento, aqui, que, enquanto Kahlo era lírica, girando muito em torno de sua tragédia pessoal, Dina Garcia, além de lírica, insere sua obra dentro de uma épica coletiva. Há uma confluência com a tradição da pintura latino-americana, inclusive com temas sociais, como é o caso de seus lavradores, vendedores de bananas, etc. Estão presentes a denúncia social, a condição do homem, a mulher, a sensualidade, a sociedade agrária, a natureza, a crônica urbana e quotidiana, além de muitos outros.

Dina Garcia é herdeira da melhor tradição de 1922, aquela que diz o homem e sua cultura através das formas e cores. A pintura modernista abriu caminho para a liberdade e o experimentalismo, temas não-acadêmicos, sobretudo aqueles relacionados ao quotidiano, à vida comum. As gerações subsequentes se distanciaram daquela tradição para não repeti-la ou por não conhecê-la. No entanto, este afastamento foi radical demais, impelindo muitos pintores à condição de caricatura de artistas. Lembrando que muitos dos pintores de 1922 eram nascidos em fazendas de café no interior do Brasil e traziam consigo, naturalmente, a força da natureza – a luz - que todo verdadeiro artista deve possuir, mesmo quando duvida.

Comumente, tem-se ressaltado as influências do fovismo, cubismo e expressionismo na obra de Dina Garcia – e, de fato, são bastante evidentes. Entretanto, há que se adicionar que sua linguagem também está relacionada a fenômenos mais contemporâneos como o comics – e mesmo ao ready made, ambos relacionados à pós-modernidade – o que equilibra a arte de Garcia, equalizando tradição e modernidade. Algumas de suas pinturas me lembram uma página de uma revistinha em quadrinhos. Todavia, é uma página de quadrinhos com um toque de uma mão artística magistral. Seu colorido impressiona e cativa, aliado à irregularidade das formas. Há, por trás de suas cores fortes e alegres, de suas formas irregulares – consciente ou inconscientemente - um discurso sócio-político-antropológico que se liga ao da grande tradição da Semana de Arte Moderna, de 1922, com Tarsila do Amaral, Portinari e Di Cavalcanti. As arestas que um crítico atento perceberá, aqui e ali, certamente o tempo – e a idade-experiência - se encarregarão de aperfeiçoar.

E pintor baiano dos bons é pura poesia pau-brasil, tipo exportação… A obra dela já começa a circular internacionalmente, participando de exposições nos EUA e na Europa… Vida longa, Dina Garcia!

EXAGEROS CROMÁTICOS REALIZADOS COMO UMA FOVISTA, OSCILANDO ENTRE O INSTINTO E A INTUIÇÃO AS DEFORMAÇÕES SELVAGENS E IMPETUOSAS, TENDO COMO CARACTERÍSTICA MARCANTE O LINEAMENTO.
Dina Garcia

domingo, 26 de junho de 2016

DUAS AMIGAS

                                                         
                                               Acrílico s/tela - 1:00 X 0:90

segunda-feira, 2 de maio de 2016

MINHA PARTICIPAÇÃO Dina Garcia ABERTURA DA EXPOSIÇÃO BRASILEIROS EM PORTO NA GALERIA - Porto Art Gallery, em Portugal... Exposição até 20 de maio!






                                          CANTINHO ESPECIAL - Acrílico s/tela
                                                                        0.80 X 0.60


                                                                           Angela Oliveira - Curadora -

sexta-feira, 29 de abril de 2016

A COLHEITA - 2016

AQUARELA
                                                                       

quinta-feira, 28 de abril de 2016

SEDUÇÃO - 2016

                                                                        AQUARELA

quarta-feira, 27 de abril de 2016

ARTNATIC - site internacional

                                   More artworks from Dina Garcia II under: 
                                       www.artnatic.com/dinagarcia/my-artwork

A MESA - 2016

                                                                       AQUARELA

segunda-feira, 18 de abril de 2016

O BEIJO - 216

                                                                     AQUARELA

terça-feira, 12 de abril de 2016

A MESA - 2016

                                                                      AQUARELA

sexta-feira, 1 de abril de 2016